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E lá vamos nós

Olá! Sejam bem-vindos ao meu blog! Ao meu novo blog. Bom, este não é o primeiro blog que eu começo. Por volta de 2002 e 2003, eu criei meu primeiro blog. Era um espaço no qual eu desabafava e compartilhava meus gostos do momento. Ao mesmo tempo que aqueles anos não foram fáceis, também tive meus momentos de alegria; escrever no meu blog era parte destes momentos. Ao contrário de hoje, eu era mais aberta a me expressar e, às vezes, tenho saudade deste tempo. Essa saudade me fez sentar aqui, pensativa, e decidi começar um blog novamente. Entre o primeiro blog e este, eu tive um que criei por causa dos meus livros. Bom, eu escrevo livros. Não tenho nome conhecido nessa área, mas mesmo assim, sigo devagar nela. Mas enfim, eu tive um blog dedicado aos meus trabalhos com os livros e meus desenhos. Ele não tinha muitas dessas coisas do dia a dia que pretendo compartilhar aqui. E em paralelo a este blog, tenho outro voltado a um material que criei ligado ao jogo de videogame chamado Soulcalibu...

Quão difícil deve ser...

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Olá, pessoal! Alguém que possa estar lendo esta postagem já passou pela situação de ter que mudar de cidade e passar por todo o processo de adaptação em uma escola nova? Particularmente falando, eu passei por isso e posso dizer que foi uma das coisas mais difíceis pelas quais passei na vida. Feliz aqueles que conseguem lidar melhor com esse tipo de situação. No entanto, o assunto não é sobre mim hoje. Eu gostaria de comentar algo que eu vi na escola em que trabalho. Eu tenho uma turma cujas aulas são uma na terça e uma na sexta. Na terça eu vi pela primeira vez um aluno que entrou para a turma recentemente. Aconteceu que, nesse dia, eu aplicaria uma atividade avaliativa, então fui conversar com ele assim que entreguei as folhas impressas. Nessa conversa eu descobri que ele tinha vindo de outra cidade e entendi por que ele estava sozinho no canto dele. Então eu disse para ele fazer o que ele conseguisse fazer para eu saber como estava o inglês dele e que, havendo necessidade, eu aplicar...

Conto: A Pintura de um Mês

Olá, pessoal! Hoje é dia de um novo conto. No entanto, como ele ficou um pouco longo (10 páginas), ficaria complicado postá-lo diretamente aqui. Resolvi, então, gerar um arquivo PDF e disponibilizar o link aqui na postagem. De todos os contos que já tenho para minha futura coletânea, este é meu favorito (até o momento, mas acho que será meu favorito). Para acessar o conto, clique AQUI . Espero que gostem. Gostaria muito do feedback de vocês.

Não é da minha conta

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Segunda eu fui ao cinema assistir ao Morro dos Ventos Uivantes. Já tinha comprado o ingresso alguns dias antes. Não gosto de decidir nada em cima da hora e fico azeda com esse tipo de coisa. Enfim... Fui ao shopping quase uma hora antes porque queria comer alguma coisa por lá. Peguei o que queria comer e me sentei na praça de alimentação. Quando faço isso, gosto de observar as pessoas. Como sempre tive dificuldade em socializar, me acostumei a observar. Eis que, de repente, aparece uma mulher, provavelmente a mãe, com duas meninas passando próximo às mesas. Uma delas estava de mãos dadas com a mãe e usava aquelas luvas sem dedos e uma máscara de raposa. Diferente? Sim. Estranho? Talvez não... É época de carnaval. Vai ver vieram de uma festa e a menina tava usando a máscara ainda. A menina era alta, mas devia ser bem nova. Criança é assim mesmo. Mas aí virei minha cabeça para o outro lado e vi um casal de adolescentes (lá vem!). O menino levou uma das mãos à boca no melhor estilo "...

Conto: O Azul Infinito

O Azul Infinito Gisele Bera Bizarra Era uma noite de verão. O céu estava estrelado e a lua que vigiava o sono das pessoas naquele dia era crescente. No meio de seu descanso, uma jovem se mexia para lá e para cá na cama totalmente incomodada com o calor. Quando finalmente parou, de barriga para cima, abriu os olhos e fez uma careta de desgosto. Ela só queria dormir. “Vamos tentar de novo”, ela pensou, enquanto ajeitava o ventilador, deitava-se de lado e fechava os olhos. Ali ela ficou parada por aproximadamente 10 minutos até que desistiu e se levantou. Não era apenas o calor que a impedia de dormir, mas também alguns questionamentos. Ela carregava medos e receios de seu dia a dia, para os quais não encontrava saídas. Quando fechava os olhos, via-se em um longo corredor cheio de portas fechadas e se culpava. Se cada porta fosse uma oportunidade, por que ela não conseguia abrir nenhuma? Era sempre aquele mesmo corredor e, quando ela tentava abrir qualquer porta, esta se afastava. Cansada...

Figurinhas 2025 - 2026

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Olá, pessoal! Este mês eu comecei uma brincadeira de fazer figurinhas com alguns personagens de jogos de videogame e vou estender para outros personagens também. Porém, como escolher o que vou desenhar vai me deixar com muitas dúvidas, decidi criar um formulário para que vocês me ajudem a escolher quais personagens desenhar. Para saber como vai funcionar, deixo abaixo as duas primeiras figurinhas que fiz. Vocês irão me ajudar a partir da terceira. Abaixo segue o link para o formulário com duas perguntinhas. Deixe sua sugestão e compartilhe com seus amigos. Formulário Figurinhas 2025 - 2026

Contando as horas

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Eu tento não fazer nada que remeta a contar as horas, mas não consigo evitar fazer risquinhos no calendário a cada dia que passa. Cada quadradinho à frente é um dia a menos, é um dia mais próximo de ficar um período afastada para colocar a cabeça no lugar, de novo. Acho que estou sempre precisando colocar a cabeça no lugar. Eu queria encontrar uma palavra no dicionário que resumisse tudo o que é estar aqui hoje. É por amor? Não sei. É pelo dinheiro? Bom, todos precisam se sustentar. Só sei que este lugar está tomando distância do que eu imaginava que era quando criança. E todo final de ano fica cada vez mais evidente. O tempo no qual, não importava como você levasse o ano, o objetivo era seguir em frente, para o próximo ano. Se tivesse sido displicente o ano inteiro, colhesse o que plantaste. É uma lição universal. O que você planta, colhe. Hoje não plantam nada e ainda ganham parte da colheita para o próximo ano. “Eu que plantei, ganhei minha passagem para o próximo ano com esforço. E...

Na onda do Tiktok, eu volto ao blog

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Teve uma vez, em sala de aula, que eu estava observando como os alunos estavam realizando as atividades da plataforma digital e, neste dia, o uso do celular para fins pedagógicos foi liberado. Como sempre, há aqueles que não seguem as orientações e foi o que fiquei observando. O aluno baixou a cabeça sobre a carteira, mas uma das mãos estava embaixo dela segurando o celular. Eu não conseguia identificar exatamente o que ele estava vendo, mas deduzi que fosse o TikTok pelo jeito que ele usava o polegar pra empurrar os vídeos para cima. Aquele polegar empurrando os vídeos para cima me fez pensar. Se para ele era distração, pra mim era um sinal de alerta. Na hora, chamei a atenção, mas hoje meu pensamento em união com este blog está sendo outro. Na onda da velocidade do Tiktok, eu escolhi voltar a escrever em blog. Imagem gerada no Gemini (infelizmente eu não consegui desenhar algo para ilustrar o texto) Os tempos mudam, eu sei, mas eu não consigo deixar de pensar no quão viciosa algumas ...