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Mostrando postagens de julho, 2021

He-man na Netflix

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Ontem eu assisti ao novo desenho do He-man na Netflix. Assisti aos cinco episódios e fiquei querendo mais. Para variar, a história começa com mais uma tentativa do Esqueleto de invadir o castelo de Grayskull. Porém, dessa vez o negócio é muito mais sério do que a gente costumava ver no desenho dos anos 80. Há muito mais dentro daquele castelo do que a gente imaginava. Na batalha, devido à destruição do que o castelo realmente guardava, a magia desaparece de Eternia e He-man e Esqueleto são dados como mortos; Teela se revolta por terem escondido a identidade de He-man dela. Ela desiste de tudo, da magia, e acaba virando uma mercenária. Durante um dos trabalhos que ela realizava, recebeu a oferta de recuperar um cálice guardado na Montanha da Serpente. A princípio, parecia uma missão comum, mas era o início da busca por restaurar a magia no mundo para evitar que ele e todo o universo se destruísse. Vejo o pessoal reclamando na internet de que colocaram o He-man em segundo plano para dar ...

Castlevania na Netflix

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Ontem foi o dia que eu tirei para assistir aos 5 episódios que faltavam para terminar a série Castlevania, na Netflix. Bom, qualquer história de vampiro é atrativa para mim, mas, infelizmente, com relação à Castlevania eu não me aprofundei muito. A franquia tem vários jogos, mas de todos acabei jogando só um pra valer, que foi o Aria of Sorrow, no Game Boy Advance. A história dele não mostra um personagem da famosa família Belmont, mas um carinha chamado Soma Cruz. O máximo que sei sobre os personagens da família Belmont engloba o que é postado na internet. Porém, com a série da Netflix tive a chance de conhecer o Trevor Belmont. Eu não sei o quanto da série é fiel aos jogos, mas, no geral, me fez lembrar bastante do pouco que conheço. Digamos que eu tenha avaliado como alguém que nunca viu nada de Castlevania antes e curte histórias de vampiros. A primeira temporada, de quatro, tem apenas quatro episódios e meio que serviu só pra apresentar os personagens e o plot principal que é derr...

Os fighting games para mim antes e depois de 2016

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Minha história com os fighting games não é aquela coisa “nossa, que história legal”, mas ainda assim tem lá sua sequência de acontecimentos que gosto de lembrar, outros dos quais não gosto. Meu primeiro jogo de luta foi o Street Fighter II Champion Edition, do Mega Drive. Lembro do meu primo mais velho falando do jogo que tinha em fliperama e depois meu irmão e eu encontramos o Street em locadora depois. Esse meu primo nos ensinou os comandos dos personagens e foi bem complicado de aprender, ainda mais que não tínhamos um controle de seis botões ainda. Street Fighter com o controle de três botões era complicado demais. Nessa época a gente não tinha nada dessas coisas de tier list, frame data e todas as coisas que hoje consideram essenciais para se jogar bem um jogo de luta. Bom, poderia até ter entre jogadores que levavam as coisas mais a sério. No entanto, nós lá em casa e amigos que vinham jogar não ligavam pra isso. Simplesmente a gente escolhia um personagem a cada partida e jogáva...

Minha história com livros

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Minha história com livros começou justamente quando eu ainda não gostava muito deles. Na escola eu sempre fui uma criança e adolescente que não gostava de ler, o que acabou me prejudicando até certo ponto. Até a 4ª série, hoje 5º ano, eu lia só o basicão, como as apostilas da escola e um livrinho paradidático ou outro com muitas figuras. Quando fui para a 5ª série, aí o negócio apertou. Era um professor para cada matéria, cada um exigindo o essencial dentro de sua área. Foi meu primeiro ano lendo um livro sem tantas figuras (risos). A professora de Português pediu que lêssemos um livro da Coleção Vagalume, cujo nome não me lembro agora. Ler o livro foi um parto. Eu não tinha um bom ritmo de leitura e a história não me prendeu a atenção. A partir daí, eu só lia porque era obrigada. Acho que um dos poucos livros que eu curti mesmo ler na época da escola foi Amor & Cuba-libre. No Ensino Médio, ou o Colegial, como chamávamos, foi a mesma coisa. Aí entra a parte do “me prejudicou”. Eu s...

A série Yakuza (Parte 1)

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** Postagem que fiz recentemente no Instagram sobre a franquia de jogos Yakuza. Esta é a parte 1, pois pretendo, futuramente, escrever algo melhor sobre ela. Algo original aqui do blog. Olha... Desde 2015, que foi quando comprei meu PS4, posso dizer que não cheguei a jogar muitos jogos. Tenho vários, mas não chega perto de 1/4 do que tem disponível para o console. Muitos jogos nos quais tenho muitas horas jogadas marcaram todos esses últimos seis anos: Final Fantasy XV, Street Fighters V, Soulcalibur VI... Porém, se alguém me perguntar qual jogo mais me marcou mesmo, serei obrigada a responder que foi a franquia Yakuza, mais o spin-off Judgement. Tudo bem, tem toda a romantização em cima da yakuza, mas é uma imersão enorme nas coisas do Japão. O cenário, o visual das pessoas em cada época em que se passam os jogos (Yakuza 0 nos anos 80),  as comidas (comer nos restaurantes para encher a barra de vida é como você ir a um e ficar na dúvida do que escolher)... É muita coisa. Eu estou ...

E lá vamos nós

Olá! Sejam bem-vindos ao meu blog! Ao meu novo blog. Bom, este não é o primeiro blog que eu começo. Por volta de 2002 e 2003, eu criei meu primeiro blog. Era um espaço no qual eu desabafava e compartilhava meus gostos do momento. Ao mesmo tempo que aqueles anos não foram fáceis, também tive meus momentos de alegria; escrever no meu blog era parte destes momentos. Ao contrário de hoje, eu era mais aberta a me expressar e, às vezes, tenho saudade deste tempo. Essa saudade me fez sentar aqui, pensativa, e decidi começar um blog novamente. Entre o primeiro blog e este, eu tive um que criei por causa dos meus livros. Bom, eu escrevo livros. Não tenho nome conhecido nessa área, mas mesmo assim, sigo devagar nela. Mas enfim, eu tive um blog dedicado aos meus trabalhos com os livros e meus desenhos. Ele não tinha muitas dessas coisas do dia a dia que pretendo compartilhar aqui. E em paralelo a este blog, tenho outro voltado a um material que criei ligado ao jogo de videogame chamado Soulcalibu...